30.10.25
27.10.25
DIA INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Hoje é o nosso dia!
A celebração é proposta pela International Association of School Librarianship (IASL) e a Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) promove a sua comemoração em Portugal.
O dia é uma oportunidade para promover a importância das bibliotecas escolares como centros de conhecimento e leitura, bem como para divulgar as atividades e projetos que nelas se desenvolvem.
8.10.25
29.9.25
Setembro a terminar... MIBE a chegar!
Com o mês de setembro mesmo, mesmo no final, as portas da Biblioteca abrem-se, mais uma vez, às apresentações, para as turmas de início de ciclo. Novos alunos, novas oportunidades de se dar a conhecer: os seus recursos - físicos, digitais, humanos - e os seus serviços. Os que já "nos" conhecem, continuam a ser bem-vindos!
"A BE apresenta-se!" E na próxima quarta-feira, dia 1 de outubro, iniciamos a comemoração do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares (MIBE), este ano sob o lema "Para além das estantes: IA, bibliotecas e o futuro das histórias".
Vamos conhecer, refletir, celebrar... Somos BIBLIOTECA ESCOLAR!
12.6.25
"O Duelo dos Génios" - pelo Clube de Leitura e Escrita
Ainda a propósito do desafio lançado no passado mês de maio, e da participação do CLE na Feira das Ciências, a Catarina Buquete, do 2.º TEAC, criou a breve e divertida dramatização a que deu o nome de "O Duelo dos Génios". Da entusiasta colaboração dos colegas e membros do Clube, André Guimarães, do 10.ºG, e Hévora Silva, do 11.ºE, resultou o vídeo aqui partilhado.
Divirtam-se... Com ciência!
APRESENTADOR:
Boa noite, senhoras e senhores! Sejam bem-vindos ao programa mais brilhante da televisão: “O Duelo dos Génios”! Hoje temos
connosco dois dos maiores cientistas de sempre: Sir Isaac Newton e Albert
Einstein! (aplausos) Vamos descobrir quem é o verdadeiro génio
— ou pelo menos quem tem mais piada! Newton,
começa tu!
NEWTON: Obrigado, obrigado! Eu sou o homem que
descobriu a gravidade — sim, aquela coisa que faz as maçãs caírem e os teus
telemóveis não flutuarem pelo ar! Também
inventei o cálculo,
que é a matemática para os génios... e para os estudantes que querem passar nos testes.
EINSTEIN (ri-se): Ah, Isaac, Isaac… A tua maçã é
fixe, mas eu expliquei que o espaço e o tempo são como um colchão elástico que
se dobra! Ou seja, não é só a maçã que cai, é o próprio chão que se curva! E sem mim, não tinhas
GPS para encontrares a tua casa…
ou a tua cabeça!
NEWTON: GPS? Isso é coisa do futuro, meu amigo! Eu cá prefiro
a gravidade simples
e direta. Curvar
o chão? Isso parece mais magia do Harry Potter do que ciência! Eu
prefiro o método científico, passo a passo, sem confusões. Tu é que complicas
tudo com essa história de espaço-tempo.
EINSTEIN: Complicar? Eu trouxe estilo à ciência! E,
convenhamos, o meu cabelo é mais famoso do que a tua maçã. (faz um gesto ao
cabelo) Vê lá se consegues imitar isto!
NEWTON: (ri-se) O teu cabelo é uma obra de arte,
não nego! Mas eu inventei o cálculo, que é a base para toda a matemática que
usas para as tuas equações malucas. Sem cálculo, não tens nada!
EINSTEIN: O cálculo é útil, sim, mas a minha
equação E=mc² é a estrela do espetáculo. Energia e massa são a mesma coisa — é
como dizer que a ciência também pode ser poética! Além disso, já viste algum estudante decorar a tua lei da gravidade? Eu tenho fãs por todo o lado!
NEWTON: Poética? Tu és um poeta da física? (faz pose dramática) Eu sou o poeta das maçãs e das leis que governam o universo!
EINSTEIN: E eu sou o poeta do cosmos! E sem mim, não tinhas GPS para encontrares a tua maçã perdida no supermercado. (ri-se)
APRESENTADOR: (ri-se) Já estou a imaginar a cena: “Newton, onde está a maçã?” “Einstein, não sei, o GPS está a falhar!” Está aqui um duelo de titãs! Mas digam-me: se pudessem inventar algo hoje, o que seria?
NEWTON:
Um telemóvel que funcione sem bateria! Já imaginaste? Nunca mais ninguém
ficava sem bateria
a meio da aula!
EINSTEIN: Eu inventava um penteado que nunca se estraga, para que os
cientistas possam estar sempre com estilo — e sem perder tempo no espelho!
NEWTON:
(ri-se) Se a maçã me cair na cabeça,
talvez me dê uma ideia para isso!
EINSTEIN (faz careta): E se o teu cabelo fosse assim, ninguém se lembrava da maçã!
APRESENTADOR: (ri-se) Está aqui uma amizade à prova de… gravidade e relatividade! (levanta
um copo imaginário) Senhores, um brinde à ciência, às maçãs e aos cabelos despenteados!
NEWTON E EINSTEIN (levantam copos imaginários e riem): Um brinde!
APRESENTADOR: E assim terminamos o nosso programa! Obrigado por nos
acompanharem no “Duelo dos Génios”! Até à próxima! Talvez tragam a Marie Curie
para animar ainda mais. Boa noite!
3.6.25
Livros com Ciência, Ciência nas Palavras
Na passada sexta-feira, dia 30 de maio, a Biblioteca Escolar e o Clube de Leitura e Escrita, associaram-se ao Clube de Ciência Viva da ESRT e participaram na Feira das Ciências.
Em mostra, estiveram livros do nosso acervo, para divulgação e consulta, bem como textos criativamente elaborados por membros do CLE que responderam ao desafio e colocaram ciência nas suas palavras.
Com Batas, Com Batom, Com Bravura
No princípio, era a interrogação.
E havia silêncio nas salas dos sábios.
As mulheres varriam o chão da razão,
com olhos acesos e mãos ocupadas
a medir o mundo por entre tarefas invisíveis.
Mas nunca deixaram de perguntar.
Foram elas…
as que misturaram saber com coragem
nos tempos em que ciência era só coisa de cátedra e gravata.
Bruxas, curandeiras, parteiras com doutoramento empírico,
as que sabiam mais do que diziam
porque sabiam que dizer… era perigoso.
Elas ouviram o ritmo da célula
como quem ouve o mar dentro de uma concha.
E escreveram equações
com a mesma paciência com que se tece um enxoval.
Os homens erguiam catedrais de certeza.
Elas semeavam dúvida fértil,
colhiam dados, olhavam devagar,
e chamavam à ciência - gesto.
Maria de Sousa ouviu os murmúrios do corpo
e falou com os linfócitos como quem consola um filho.
Elvira Fortunato pegou no papel — coisa de embrulho —
e fez dele futuro,
porque sabia que inovação também se escreve à mão.
Joana Osório, com serenidade de jardim interior,
desvendou os labirintos da dor
sem perder o caminho da ternura.
Elas foram muitas…
como raízes sob a terra dura,
como marés que não se veem,
mas movem continentes.
E quando lhes perguntavam:
“Mas tu és cientista mesmo?”
sorriam.
A ironia era o seu bisturi.
Não gritavam. Mas persistiam.
E a verdade acabava por ceder.
Agora, no século que se anuncia,
elas não entram nos laboratórios — pertencem-lhes.
Sabem o nome das estrelas,
o peso dos elementos,
e o modo exato como a luz dobra à entrada da água.
São filhas da razão e da esperança,
irmãs da poesia e da física.
Sabem que estudar é também resistir,
e que descobrir
é uma forma de amar o mundo.
Açucena Alijaj, 12.ºH




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