29.11.22

Fase de escola do Concurso Nacional de Leitura - 19 de dezembro

 Realizar-se-á no dia 19 de dezembro a prova escrita da fase de escola do Concurso Nacional de Leitura deste ano. Mais uma vez, contamos com o empenho dos nossos alunos, quer do 3.º ciclo, quer do secundário, no sentido de se prepararem para a prova de apuração para a fase municipal que se seguirá. 

   A prova, à semelhança do ano passado, decorrerá nas salas de informática - às 14.30h a de 3º ciclo e às 15.30h a de secundário - e consistirá num questionário online de escolha múltipla e uma pergunta de desenvolvimento para desempate.

  As obras foram selecionadas, para cada um dos ciclos do agrupamento, e as inscrições estão a decorrer. 




28.11.22

A propósito de... Sugestões de leitura

     Na exposição "Leva-me contigo! - propostas para requisição domiciliária" já se encontram muitas das "novidades" adquiridas no âmbito do projeto Escola a Ler. E, até quinta-feira, algumas sugestões a propósito do Dia da Não Violência Contra as Mulheres, assinalado no passado dia 25, que contaram com a colaboração do Clube Ubuntu e do Clube de Leitura e Escrita da ESRT. 





Somos Escola a Ler!

26.11.22

Teatro na escola

     O teatro veio mais uma vez à escola e o texto elaborado pelas alunas Érica Larouca e Beatriz Alves leva-nos, de alguma forma, novamente até ele. O título é bastante original... 


Sermão de Santo António…

aos alunos

  
   Na quinta-feira, dia 17 de novembro, ocorreu na Escola Secundária de Rio Tinto, no auditório grande, uma representação teatral do Sermão de Santo António (aos peixes) sob a forma de um monólogo, tendo esta sido dividida em duas sessões onde compareceram todas as turmas do 11º ano acompanhadas pelos respetivos professores.
  A peça começa com o ator vestido de pescador, envergando o seu impermeável, o seu gorro e as suas galochas, acompanhados do seu guarda-chuva e de uma mochila. De seguida, liberta-se desses utensílios e monta igualmente uma piscina de pequenas dimensões que servirá depois de palco aos peixes. A certo momento, espalha sal pelo chão, o que é algo simbólico da obra que estava a ser representada e a interpretação será, entretanto, enriquecida por efeitos sonoros e por gestos faciais que geram o riso.
  Esta representação teatral durou aproximadamente uma hora, sendo que o ator declamou o Sermão na sua totalidade. A sua interpretação diz-se ter sido cómica e dinâmica, o que foi comprovado pelos aplausos e pelo evidente ânimo da plateia. Assim, o ator foi capaz de criar empatia com o público, captando a sua atenção com facilidade. Este momento incluiu igualmente a participação de alguns alunos que interpretaram o Tobias, o peixe de Tobias e o anjo Rafael, os quais são mencionados no capítulo III do Sermão. No final, houve um breve momento em que os alunos puderam esclarecer as suas dúvidas e curiosidades.
  Esta foi uma apresentação distinta do Sermão, a qual permitiu aos alunos consolidar as informações que já haviam recebido nas aulas da disciplina de Português.

                                                     Érica Larouca e Beatriz Alves, 11ºM

 

17.11.22

DIA MUNDIAL DA FILOSOFIA

 No âmbito da comemoração do Dia Mundial da Filosofia, que se celebra na terceira quinta-feira do mês de novembro, a BE/CRE colaborou com a seleção de obras e com a realização de uma exposição de  marcadores de livros alusivos a filósofos de diferentes épocas. Estes resultaram de uma atividade de DAC entre a disciplina de Filosofia e a disciplina de Português, nas turmas A, C e H do 10.º ano
  Visitem a exposição, conheçam as obras e apreciem os marcadores com algumas "Cantigas de amigo" sobre a filosofia...





16.11.22

100 anos de Saramago

    No dia em que José Saramago completaria 100 anos, recuperamos o vídeo já partilhado aqui há cerca de um ano, aquando do início da comemoração do seu centenário. Um autor incontornável da literatura portuguesa e da literatura universal, o "nosso" Nobel da Literatura que vale a pena conhecer melhor.


E, já agora, um excerto de As pequenas memórias, obra selecionada para a fase de escola do Concurso Nacional de Leitura, deste ano, para o ensino secundário:


    Contei noutro lugar como e porquê me chamo Saramago. Que esse Saramago não era um apelido do lado paterno, mas sim a alcunha por que a família era conhecida na aldeia. Que indo o meu pai a declarar no Registo Civil da Golegã o nascimento do seu segundo filho, sucedeu que o funcionário (chamava-se ele Silvino) estava bêbado (por despeito, disso o acusaria sempre meu pai), e que, sob os efeitos do álcool e sem que ninguém se tivesse apercebido da onomástica fraude, decidiu, por sua conta e risco, acrescentar Saramago ao lacónico José de Sousa que meu pai pretendia que eu fosse. E que, desta maneira, finalmente, graças a uma intervenção por todas as mostras divina, refiro-me, claro está, a Baco, deus do vinho e daqueles que se excedem a bebê-lo, não precisei de inventar um pseudónimo para, futuro havendo, assinar os meus livros. Sorte, grande sorte minha, foi não ter nascido em qualquer das famílias da Azinhaga que, naquele tempo e por muitos anos mais, tiveram de arrastar as obscenas alcunhas de Pichatada, Curroto e Caralhana. Entrei na vida marcado com este apelido de Saramago sem que a família o suspeitasse, e foi só aos sete anos, quando, para me matricular na instrução primária, foi necessário apresentar certidão de nascimento, que a verdade saiu nua do poço burocrático, com grande indignação de meu pai, a quem, desde que se tinha mudado para Lisboa, a alcunha desgostava. Mas o pior de tudo foi quando, chamando-se ele unicamente José de Sousa, como ver se podia nos seus papéis, a Lei, severa, desconfiada, quis saber por que bulas tinha ele então um filho cujo nome completo era José de Sousa Saramago. Assim intimado, e para que tudo ficasse no próprio, no são e no honesto, meu pai não teve outro remédio que proceder a uma nova inscrição do seu nome, passando a chamar-se, ele também, José de Sousa Saramago. Suponho que deverá ter sido este o único caso, na história da humanidade, em que foi o filho a dar o nome ao pai. Não nos serviu de muito, nem a nós nem a ela, porque meu pai, firme nas suas antipatias, sempre quis e conseguiu que o tratassem unicamente por Sousa.


11.11.22

Comemoração do S. Martinho

 Quentes e boas! Acabadinhas de chegar à Biblioteca, quadras de S. Martinhono dia que o celebra. Aguardam as vossas visitas.
  Obrigada à Professora Ana Paula Patela e aos seus alunos autores. 






6.11.22

103º aniversário de Sophia de Mello Breyner Andresen

Hoje o Google está assim:


E na nossa Biblioteca, o "Autor do Mês" já foi escolhido e a exposição montada.
Vem celebrar connosco Sophia de Mello Breyner Andresen, a autora e a obra!